Principais tendências para reuniões corporativas
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Portal Revista Infra - sábado, janeiro 20, 2018
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Principais tendências para reuniões corporativas
Pesquisa divulgada no Brasil pela Arkadin mostra o futuro das reuniões

A tecnologia vem realizando uma série de transformações corporativas, obrigando a as companhias a reorganizarem sua forma de trabalho e a relação com seus colaboradores. Com a restruturação de uma série de processos internos, os executivos se perguntam qual será o futuro das reuniões, ferramenta imprescindível para alguns e uma tortura para outros. Em uma pesquisa global, a Blue Jeans, parceira exclusiva da Arkadin no Brasil (www.arkadin.com.br), analisou mais de cinco milhões de reuniões realizadas com ferramenta de videoconferência em 177 países, apresentando as principais tendências para este tipo de encontro.

Uma das informações que mais chamam a atenção no relatório de 2015 é o aumento do número de reuniões diárias. Isso talvez não seja uma boa notícia para os executivos de plantão, mas apesar de mais frequentes, essas reuniões estão mais curtas, durando em média 36 minutos por encontro, sendo mais produtivas. Segundo a pesquisa, 25% dessas reuniões contam com pelo menos um participante conectado via algum dispositivo mobile de vídeo e outros 35% da quantidade total de encontros contam com um sistema de call conference, em que participantes podem se comunicar remotamente. É importante ressaltar que para o bem ou para o mal, a mobilidade que as tecnologias colaborativas proporcionam a seus usuários vem aumentando o número de reuniões no final de semana, sendo possível uma conexão direta da casa destes participantes com outras pessoas ao redor do mundo.

Outra característica marcante do uso de tecnologias colaborativas nas reuniões modernas é o reflexo em situações de mudanças climáticas e preservação do meio ambiente. Segundo a pesquisa Blue Jeans, houve um aumento substancial no uso destas ferramentas em épocas de desastres climáticos, como as nevascas em Boston ou as enchentes no Texas. Além disso, a economia em deslocamento pelo uso de tecnologias remotas evitou o uso de 1,2 bilhões de quilos de CO² na atmosfera do planeta.

Por fim temos a representatividade econômica que o uso de novas tecnologias de comunicação remota vem ganhando: No ano de 2015, foi gerada uma economia de US$ 3,3 bilhões para usuários ao redor do mundo, sem contar a economia de 7,5 bilhões em milhas percorridas, permitindo um menor desgaste ao colaborador.

No cenário brasileiro as perspectivas são as mesmas: Segundo a Arkadin, empresa especializada em soluções colaborativas e comunicações unificadas, o mercado brasileiro vem ganhando maturidade tecnológica ano a ano, tendo uma alta aderência a este tipo de tecnologia. De acordo com a empresa, hoje são mais de 500 contas ativas no Brasil, distribuídas entre todas as soluções de serviços remotos que a empresa oferece no país. Confira o infográfico exclusivo que a Arkadin preparou sobre o futuro das reuniões em http://response.arkadin.com/eradasreunioesmodernas?src=Public%20Relations


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