Higienização hospitalar 3D
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Portal Revista Infra - terça-feira, junho 27, 2017
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Higienização hospitalar 3D
Maior qualidade com menor custo final
De acordo com o estudo realizado pela Associação Nacional de Biossegurança, a cada ano, 100 mil pessoas morrem devido às infecções hospitalares. Só nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, as taxas brasileiras de infecção são de 18,9% a 57,7%, sendo que em países desenvolvidos a média está entre 8,4% e 26%. Cenário que só poderá ser mudado quando as empresas investirem na higienização 3D, ou seja, no sistema MQR, que é embasado nos três principais pilares que garantem o serviço adequado: maximização de serviços, qualidade certificada e responsabilidade técnica.

Os hospitais, clínicas e demais estabelecimentos de saúde do Brasil lutam para vencer o desafio de conquistar uma higienização qualitativa e, ao mesmo tempo, diminuir seus custos. A chamada pelos leigos como "limpeza" sempre foi o calcanhar de Aquiles dos médicos, administradores hospitalares e das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). Isso porque, sem a higienização adequada, o serviço médico vai por água a baixo e os índices de infecção sobem assustadoramente, causando danos irreparáveis para a imagem e sucesso da instituição, já que põe em risco a saúde dos pacientes e das pessoas que ali frequentam.

Não há como pensar em higienização eficaz sem que o serviço esteja integrado com todos os setores do hospital. É preciso um planejamento estratégico que visa traçar a melhor forma de atuação dentro de cada instituição visualizando o serviço como o todo, mas sem desrespeitar as particularidades de cada área, para que o trabalho realizado em uma não atrapalhe o processo na outra. Para que isso seja possível, não adianta permanecer no "achismo" ou investir em fórmulas prontas - o trabalho deve ser personalizado de acordo com a necessidade de cada instituição, o que só é possível fazer após um estudo que determina a melhor dinâmica a ser aplicada.

Outro ponto que ressalto é que a utilização de materiais certificados e adequados para esse tipo de serviço é inegavelmente necessário. Não raro, é possível encontrar estabelecimentos que compram produtos de baixa qualidade, muitas vezes sem rótulo e especificações, fator que compromete a limpeza adequada e põe em risco a saúde das pessoas. Essa é uma falsa economia que deve ser extirpada dos processos de higienização com urgência. Esse tipo de conduta causa retrabalho, não transmite garantia nenhuma e pode resultar em diversos outros problemas. A higienização hospitalar exige materiais específicos produzidos especialmente para essa finalidade.

E, finalmente, não há como trabalhar a higienização sem pessoas capacitadas para o manuseio dos produtos e que conheçam o funcionamento do processo de desinfecção adequado para cada situação e setor do hospital.  Os profissionais responsáveis pela higienização devem ser treinados para que os processos sejam executados de acordo com as normas estabelecidas. É muito importante manter cursos de especialização na área, para que ocorra a capacitação e conscientização dos envolvidos. A equipe operacional de higienização deve ser formada por técnicos em desinfecção que devem estar motivados e cientes da importância que exercem para a saúde das pessoas.

Infelizmente, o mercado é ainda muito carente em relação a empresas que dispõe de uma solução completa de consultoria, aplicação e treinamento. Grande parte dos prestadores de serviço em higienização ainda não dispõe de uma metodologia eficaz para a execução dessa tarefa e, por isso, o administrador hospitalar precisa conhecer todas as etapas para poder escolher e entender o tipo adequado de serviço que precisa contratar.

O MQR já foi implantado em hospitais e lavanderias hospitalares do Espírito Santo, ganha adeptos fora do Estado e gestores entusiastas de uma linha de administração que agrega um produto de alta performance com um serviço de higienização executado por profissionais certificados.

O sistema não faz o que a chamamos de "invenção da roda", apenas foca radicalmente na união do melhor produto com o melhor serviço. Tudo tendo à frente administradores hospitalares com profunda expertise quando o assunto é higienização de estabelecimentos de saúde. O assunto é de extrema importância e será debatido amplamente no HIGIHOSP 2013, que acontecerá em meados do próximo ano com as presenças dos maiores especialistas do Brasil.

Entendemos que para garantir um sistema de saúde com qualidade deve-se nortear para os pilares que descrevi e perceber que qualquer aspecto diferente do citado resultará em problemas, além de gerar uma falsa economia. Se o hospital, laboratório, clínica ou qualquer outro estabelecimento de saúde não utiliza de critérios sérios e comprovados, seu sistema de higienização fica comprometido.

Em qualquer setor, não há economia onde impera o retrabalho, e na saúde, esse quadro não é diferente. Investir em assessoria completa, materiais de qualidade e em serviços especializados é a única forma de obter excelência e diminuir riscos. Limpar sem eficácia é espalhar sujeira.





Dr. Mauro Quintão é Administrador Hospitalar, membro efetivo da Federação Brasileira de Administradores Hospitalares (FBAH), Especialista em Biodireito e Direito Médico. Diretor Geral do Grupo M Quintão MAXCICRONOS e Presidente do Higihosp - Fórum &Feira de Produtos e Serviços de Higienização Hospitalar do ES
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