Nossos hospitais estão preparados para a Copa de 2014?
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Portal Revista Infra - segunda-feira, agosto 20, 2018
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Nossos hospitais estão preparados para a Copa de 2014?
Chegada de turistas e grande circulação de brasileiros pelas cidades-sedes aumentam a importância de uma infraestrutura hospitalar adequada e em número suficiente
Com a chegada esperada de 600 mil turistas e com a circulação de três milhões de brasileiros pelas 12 cidades-sede durante a Copa de 2014, a questão da capacidade dos hospitais ganha importância: será que as edificações hospitalares do Brasil são suficientes e estão preparadas para atender situações de emergência?

De acordo com informações da Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar (ABDEH), o planejamento para a construção de hospitais leva, em média, quatro anos, ou seja, o Brasil já está atrasado em pelo menos dois anos. "É preciso que todos envolvidos na área da saúde, inclusive engenheiros, arquitetos e administradores hospitalares pensem melhor no gerenciamento dos recursos e no planejamento das edificações hospitalares. Nesse contexto, a nossa responsabilidade é grande para fazermos tudo às pressas. Se no projeto ou na construção houver falhas ou até mesmo negligência, as consequências serão sentidas por um longo período, dificultando ou até inviabilizando melhorias a médio e longo prazos", explica Fábio Bitencourt, presidente da ABDEH.

"Nosso papel é analisar se o estabelecimento de saúde é capaz de modificar as funções de alguns espaços para permitir uma resposta imediata aos problemas emergenciais. Essa capacidade de alterar a utilização dos ambientes tem que ser pensada já na elaboração do projeto ou nas reformas arquitetônicas a serem empreendidas", aborda Luiz Maurício Plotkowski, médico e especialista em Medicina de Desastre e Catástrofes.

Principalmente no caso das emergências, deve-se pensar além da construção de uma edificação hospitalar. Há necessidade de entrada independente para as vítimas do acidente, circulação interna livre para os pacientes mais graves, salas de reanimação, radiologia, UTI ou bloco cirúrgico, espaço que possa rapidamente ser transformado em enfermaria, facilidade no acesso de um grande numero de ambulâncias, organização de uma sala de gestão ou de crise, sala para autoridades públicas com capacidade de comunicação externa (linhas telefônicas, informática), recepção para imprensa e familiares e desenvolvimento do sistema de segurança.

"Os gestores e arquitetos devem preparar-se para a dinâmica de um atendimento simultâneo a grande número de vitimas, enquanto a rotina do hospital, mesmo reduzida, possa continuar a funcionar, pois os pacientes continuam internados e precisam seguir com seu tratamento. Se for um pronto-socorro, pacientes externos continuam a chegar independentemente de haver um grande desastre", informa Plotkowski.

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